terça-feira, 16 de setembro de 2014

Entre meninos, meninas e... chatos.

Funkeiros são burros?
Honestamente, eu preferiria ser um funkeiro burro do que um funkeiro "inteligente" que precisa toda a hora proferir um discurso chato pra caramba feito um papagaio que com um tempo adapta seus sons com o do ambiente para não ser confundido... urgh... vocês sabem  aquela coisa toda de seleção natural lá.
Sim, eu posso ser um bobo-alegre progger suburbano mas sei o significado da palavra "gambiarra".
Nosso mundo parece ter dois minúsculos grupos que formam duas finíssimas fatias de pão que cercam um grande recheio no meio, tipo um sanduíche de ovo. Sim aquele mesmo que o Quico desenha no Chaves!
De um lado há o número de idiotas com um enorme potencial para vender um discurso a todo o custo, já na fatia oposta "temos" aqueles que manipulam o discurso com maestria suficiente para aparecerem bem pouquinho nas nossas telas de Lcd. É difícil saber quem é quem nessa visão cheia de nostalgia da infância... com colesterol CUIDADO COM O COLESTEROL.
Creio que todos flutuamos nesse meio maluco, com a felicidade de estarmos conectados a toda essa imensidão tão toscamente levada a sério.
Vamos falar a verdade, do que adianta amontoar um monte de informações nesses nossos cérebros que não passam de meros frutos de relações sexuais de peixes retardados -que precisavam viver pois eram diferentes-, que nunca vão servir pra muita coisa quando você pode ser um "funkeiro burro"? Afinal de contas, entre episódios do Chaves e de South Park, o que vemos na maiorias das boçalidades da T.V entre outros meios de comunicação (quando se tira Chaves e
South Park a T.V, pra mim vira um antro de boçalidades ou melhor só Chaves e South Park me fizeram entender a minha vida de uma maneira mais leve e descomplicada Chesperito e Trey Parker... amo vcs!) parecem mais prenúncios do apocalipse, do que algo que realmente nos ensine algo decente, e para piorar as escolas (que ainda não se resumem a telas de LCD) são as coisas mais próximas que temos da prova cabal de que nossa espécie parece ter chegado no limiar de uma existência bisonha e prestes a entrar numa extinção em massa? Extinção sem colesterol!!!!!
Explico melhor essa confusão toda que escrevi ai, quem adaptado a viver numa doutrina de destruição constante iria decorar ou forçar-se a lembra um monte de coisa que não valeria a pena no fim da porra do mundo? Quem viveria o último dia na terra decorando estudando estratégias para ganhar em game shows?
Eu não viveria assim de jeito nenhum!
Mas eu não sei qual é o meu último dia na terra, e isso é divertido, a vida é como uma caixa de bom-bons, sempre têm coisas com colesterol e sem colesterol lá dentro, mas nem por isso a caixa deixa de ser caixa e que há nela deixa de ser... hum... o que há dentro da porra da caixa!!!

Entre escrever um texto gigantesco explicando como Dream Theater é mais legal pra mim que Funk...
-Dream Theater tem um requinte que o funk nunca terá...
-Legenda: Nenhum fã de Dream Theater me aloprava nas épocas de Bullyng na sétima série, pois não existia nenhum fã de Dream Theater na porra da periferia da zona oeste de São Paulo.
Daí se deduz tudo, né?

Resumindo
Calei a boca
Parei de cagar regra
E escutei  (ou tento escutar) o caralho da música sem esse ranço, de crítico musical que é mais especializado em escrever e usar um monte de gambiarras argumentativas.
E olha, gente, uma coisa eu garanto, o pior que pode acontecer se alguém cismar em criticar aquilo que você ouve, usando um monte de motivos que não vem ao caso agora, é você ter que decodificar aquilo que esse alguém disse e não ficar muito contente pelo resultado da decodificação.
Mas pode acontecer da pessoa zoar sua banda amada e intocável e desdenhar do seu discurso de cristal e  você simplesmente resolve ir ouvir o som desse profanador iconoclasta maldito e descobrir...algo muito bom...
Te garanto que o mundo não vai acabar e nem meus dias estão tão contados assim.
 Sabem como eu sei?
Mastodon, meus caros lindos e lindas.

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