Me ilude,
linda,
me iluda,
lida.
Sem ela
não há graça
na vida
nem na volta
e
tampouco na
ida.
Quebram-se
as esperanças
da mentira
de sentir
algo
que não seja ilusão.
Bebo a areia da miragem
Sei que é miragem!
E me culpo
a cada golada
nos grãos
da água
que não é
verdade
de
água
só engulo a areia
só.
E a raiva de me iludir
-como se dez e dez fosse dar algo
que fosse quarente e dois
e não
vinte-.
linda,
me iluda,
lida.
Sem ela
não há graça
na vida
nem na volta
e
tampouco na
ida.
Quebram-se
as esperanças
da mentira
de sentir
algo
que não seja ilusão.
Bebo a areia da miragem
Sei que é miragem!
E me culpo
a cada golada
nos grãos
da água
que não é
verdade
de
água
só engulo a areia
só.
E a raiva de me iludir
-como se dez e dez fosse dar algo
que fosse quarente e dois
e não
vinte-.
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